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domingo, 1 de agosto de 2010

Poema nas Nuvens XIX

 A Mágica dos Movimentos Perpétuos

Quando sobe o Teu instante ao meu olhar
Numa centelha da Tua permanência
Há um som que fica por vibrar
Nos instrumentos naturais da consciênicia.

Puxam-se os membros fios irreais
Manejados por mãos sem aparência;
E se volto a cabeça para trás
Ouço o rumor de estranhas confidências.

Assim regresso à era que pressinto
Encerrada e latente no meu pulso.
Pois que o presente não é mais que impulso
Da eternidade onde entro por instinto.

Natália Correia
In Dimensão Encontrada, 
Poesia Completa

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